Comunismo de Bini Adamczak

Comunismo para crianças não se destina exatamente às crianças

Bini Adamczak

A linguagem que simula e parodia as histórias infantis está a serviço de uma caracterização crítica e muitas vezes ácida do funcionamento da economia capitalista contemporânea. Sua publicação nos Estados Unidos, em 2017, provocou polêmica, pois houve quem atacasse a autora, Bini Adamczak, de promover a doutrinação de jovens.

Ao expor como a organização do trabalho e a exploração dos trabalhadores alimentam o capital e o sofrimento causado pelo sistema, Adamczak constrói, no entanto, uma breve história do capitalismo e de sua contraparte utópica, o comunismo, por meio de situações e exemplos imaginários, mas muito familiares aos que vivem no mundo globalizado.
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Casacadabra 2, urbanismo para crianças

Segundo título da série mostra a cidade como um lugar de encontros e de brincadeiras

 Casacadabra

Ao lado de Tiê, uma capivara-aventureira, Lina parte em uma viagem por dez espaços públicos pelo mundo – como o High Line em Nova York ou a Avenida Paulista em São Paulo –, para descobrir os segredos da construção das cidades. As duas são as personagens principais do livro Casacadabra – Cidades para Brincar, lançamento da Pistache Editorial, que começa a campanha de financiamento coletivo dia 16 de abril, pelo Catarse. O livro tem texto de Bianca Antunes e Simone Sayegh, e ilustrações de Luísa Amoroso. Este é o segundo título da série Casacadabra – o primeiro, chamado Invenções para morar, apresentou a arquitetura de dez casas pelo mundo.

Com brincadeiras, interatividades e exercícios propostos para fazer em casa ou na escola, o Casacadabra 2 – Cidades para Brincar, leva o leitor a perceber o espaço urbano como um lugar lúdico: um rio que estava escondido e reaparece, uma escadaria que também serve para encontrar os amigos, ruas onde a regra é brincar, uma praça que vive se transformando.
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