Deleuze, imagem-movimento e imagem-tempo

Cinema 1 – A filosofia francesa sempre deu contribuições notáveis para a reflexão estética. Se Merleau-Ponty modificou nossa visão da pintura de Cézanne,

Deleuze

e Sartre nosso entendimento da literatura de Flaubert, Gilles Deleuze realiza nos dois volumes que dedicou ao cinema o mais impressionante esforço filosófico para a compreensão da arte por excelência do século XX. Em Cinema 1 — A imagem-movimento, Deleuze cria novos conceitos a partir das ideias pioneiras de Bergson e da semiótica de Pierce. A argumentação, porém, nunca perde de vista o específico das escolas e dos estilos cinematográficos e, sobretudo, os filmes eles próprios. O arco de diretores é amplo e reúne gigantes como Chaplin, Eisenstein, Ford, Bergman e Hitchcock, passando por expoentes da vanguarda como Viértov e Michael Snow. Continuar lendo

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O Brasil de Florestan

Coletânea “O Brasil de Florestan” traz artigos e resenhas escritos entre 1943 e 1991, com dois textos inéditos

O Brasil de Florestan

Organizado pelo doutor em filosofia Antônio David, este livro reúne artigos e resenhas de difícil acesso escritos por Florestan Fernandes entre 1943 e 1991. Incluindo dois manuscritos inéditos, os textos desta coletânea têm como fio condutor a preocupação do autor de oferecer um quadro interpretativo do Brasil.
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